
Assim, arrumaria espaço físico para colocar novos livros e conseguiria um dinheiro extra, que seria aproveitado para a aquisição de novos livros. Parecia uma ótima idéia. Relacionei alguns livros lidos (como O livreiro de Cabul e O diabo veste Prada) para serem os pioneiros na venda. Mas um sentimento conhecido me apossou: a posse (o trocadilho O segredo das coisas perdidas, O Sr. Mitchell (se não me engano), um dos livreiros do sebo Arcade, diz que a relação mais íntima que um colecionador pode ter com seu livro é a posse. Será que isso explica essa falta de disposição em se desfazer de um livro?